Vem ver o que achamos da Friends from College da Netflix!

Assim como nosso público, a nova série da Netflix também tem mulheres como grande alvo. Já que temos isso em comum, por que não trazer uma crítica dela pra vocês? Antes de começarmos é bacana ressaltar que quem está escrevendo é um homem e isso pode influenciar o entendimento de certos pontos daqui pra frente.


Bom, vamos ao que interessa! Montamos duas críticas pra vocês, uma completa e uma bem curta, ambas abaixo.

A CRÍTICA COMPLETA


A ideia foi bem pensada para o que vende em termos de comédia hoje. A nostalgia está muito em alta, porém a comédia estilo “American Pie” já está defasada, por isso pegue um elenco de referencia como Cobie Smulders (a agente Maria Hill dos "Vingadores", ou como a maioria de vocês conhecem, a Robin de “How I met your mother”) e o Fred Savage (o Kevin de “Anos Incríveis”); os coloca com outros amigos e a principal ideia de que eles vão relembrar os bons tempos da faculdade. É uma ótima ideia!


O que poderia dar errado? A execução da série, os textos mal escritos e mal desenvolvidos e principalmente o fato de “reviver os velhos tempos” se tornar algo de segundo ou terceiro plano na série. E o que ficou como foco na série? Um fraquíssimo draminha de casal.

Mas calma, não é só isso: eles colocaram temas diferentes e interessantes dentro da série como inseminação artificial, a corrida pela ideia perfeita do novo livro do protagonista, o relacionamento homoafetivo, as dificuldades reais de alguém que não sabe separar prioridades entre seu relacionamento e seus amigos e até uma viagem em grupo que tinha tudo pra ser um episódio incrível! Porém, tudo é mal desenvolvido, com conclusões nada engraçadas e nunca boas para nenhum dos personagens. Vamos falar mais disso no próximo paragrafo.


A inseminação artificial acontece com um casal que quer muito ter um filho, mas não sabe se se ama. O que só me fazia pensar a cada cena que isso aparecia: “Pra que vocês querem por uma criança no mundo?”. O cara só trai durante toda a temporada, tem mais sentimentos pela amante do que pela esposa e mesmo mentindo muito mal, consegue se livrar de ser pego em diversas ocasiões. A esposa apoia o perdedor em sua inútil corrida para o sucesso até descobrir a traição e depois em vez de resolver as coisas, escolhe trair também, deixando tudo ainda mais chato na série.

A corrida pela ideia perfeita do novo livro do protagonista além de chata, é ilógica e em sua conclusão mostrou ter sido totalmente desnecessária para o andamento da série.

Um relacionamento homoafetivo além de ser um tema em alta no mundo todo, poderia ter sido ótimo para quebrar preconceitos e mostrar o quão normal isso é. Em vez disso mostra um cara esnobe e um crianção que não sabe separar o tempo entre seu relacionamento e seus amigos, fazendo com que ele perca seu “amor”. Além do clichê de ter uma queda platônica pelo amigo hétero.


A viagem em grupo poderia ter sido o melhor de todos os episódios, a cada parte dele eu imaginava umas 10 formas de continuar aquilo e ver o que acontecia só me fazia perder ainda mais a vontade de continuar vendo. Todas as ideias são provavelmente boas na cabeça de quem pensou nisso todo, só que tudo é mal construído e mal executado.


Em determinados momentos você percebe que seria o momento perfeito para uma parceria pra fazer algo errado em grupo, como no episódio do casamento, onde Jae W. Suh (a melhor personagem!) vai ao evento sem confirmar presença e por isso não tem um lugar reservado pra ela em nenhuma mesa. O que acontece é que Cobie Smulders só a corta.


Li algumas outras críticas e na maioria delas a opinião é negativa assim como a minha. Mas também percebi que diferente de mim, algumas pessoas realmente gostaram da série, inclusive as que estão na casa dos 40 (assim como os personagens) e se identificaram com eles também. Por isso na minha conclusão fica claro que essa não é uma série para qualquer um e que faltou saber dosar e muito alguns momentos de drama e em alguns momentos cômicos também. Porém, a Netflix não costuma errar muito, então caso apareça uma segunda temporada, com certeza vamos assisti-la e ver se acertam de segunda.


A CRÍTICA CURTA


Não é a pior série do mundo mas também está longe de ser boa. Minha sugestão é: não gaste vida com essa série. Sério!


E é isso aí gente. Caso ainda não tenham assistido, tomara que se divirtam e caso já tenham assistido deixem sua opinião aí pra gente ler depois!

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